Teoria do Palhaço (e o motivo de Behind Blue Eyes estar sem explicação)

          

É estranho, mas vendo um quadro de um palhaço, pensei bastante. Cheguei numa conclusão. E aqui estou eu, escrevendo-a.

Todos somos palhaços. Nos escondemos atrás de uma máscara, de um pintura alegre para não darmos o gostinho em mostrar aos outros o que realmente sentimos. Um palhaço é, acima de tudo, um ser humano, e sendo assim, possui as mesmas emoções que os outros. Tristeza, Alegria, Dor, Ódio, Esperança, enfim, é formado por aquilo que todos nós mais tememos.

Bem lá no fundo, possuimos um pouco do espírito de um palhaço. Queremos deixar os outros felizes, para só depois, vermos se há tempo para pensarmos em nós.

É triste ver o sentido que a palavra PALHAÇO tem hj em dia. É um sinônimo para IDIOTA. E disso, não tem nada. Pelo contrário, o palhaço une a poesia da alegria e da tristeza numa figura só. O sorriso e o choro.

Pensei também, (e agora viajando muito) o motivo das crianças (da grande maioria) terem medo dessas figuras. E uma coisa me veio em mente. A ausência das máscaras nas crianças, sua inocência. E partindo disso, fica fácil entender quando uma vê um ser misterioso que pinta sua própria face para alegrar ao próximo. Não consegue diferenciar a verdadeira ação que acontece. E nós, nos prendemos cada vez mais em nossas próprias máscaras. Não chega a ser uma teoria, como Freud, mas é um começo de uma idéia. 


BEHIND BLUE EYES

Muitos não devem ter entendido uma letra de música, como essa aí embaixo, sem texto, sem explicação, nada. Mas agora vai a resposta, ou pelo menos, uma tentativa. Tudo começou com uma banda que fiquei conhecendo por uma música de um filme (sim, Limp Bizkit com Take a Look Around), mas o tempo passou. E agora, eles aparecem com essa nova, (que acho eu, é uma regravação) que é muito boa. Um dia assistindo Disk MTV, lá estava o clipe, com a beleza da Halle Berry. Ponto pra música. Então peguei a letra; e junto com ela, percebi o signifaco forte das frases, das palavras. Sou uma pessoa de épocas. E gosto de definir essas épocas com uma música. Behind Blue Eyes, é a música dessa época.

Uma letra que aparece no post abaixo. Gostaria de ter visto alguns comentários, perguntando-me o motivo de eu ter colocado só a letra, mas pelo jeito, as pessoas acerteram dessa vez e não perderam seu tempo lendo meu humilde e insignificante blog. Ponto pra elas...

Uma época nova, mas sem novidades, diferente, mas com a mesma rotina. uma música que me faz esperar...

Esperar por pequenos acontecimentos (que, certamente, vão melhorar essa época). Porque, acho que 

no one knows what it’s like

to be the bad man

to be the sad man

behinb brown eyes



Escrito por Caco às 19h06
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Behind Blue Eyes

Limp Bizkit - Behind Blue Eyes

no one knows what it’s like
to be the bad man
to be the sad man
behind blue eyes
and no one knows
what it’s like to be hated
to be faded to telling only lies
chorus
but my dreams they aren’t as empty
as my conscious seems to be
i have hours, only lonely
my love is vengeance
that’s never free
no one knows what its like
to feel these feelings
like i do, and i blame you!
no one bites back as hard
on their anger
none of my pain woe
can show through
chorus
discover l.i.m.p. say it (x4)
no one knows what its like
to be mistreated, to be defeated
behind blue eyes
no one know how to say
that they’re sorry and don’t worry
i’m not telling lies
chorus
no one knows what its like
to be the bad man, to be the sad man
behind blue eyes.


Escrito por Caco às 19h04
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Tudo é Todo? ou O Todo não passa de nossa criação?

Comin' down the world turned over
And angels fall without you there
And I go on as you get colder
Or are you someone's prayer
Goo Goo Dols - Black Balloom
 
Estranho. Uma música romântica, mas se pegar uma pequena parte dela (no caso o refrão) pareceria drmática, trágica. Por que? Será que é porque percebemos as coisas por partes, e não como um todo? Afinal, existe um todo para aquilo que pensamos?
Minha resposta, insignificante, aliás, é de que para tudo, não existe o todo. Vc faz esse todo, interpreta as ações da natureza, e da própria vida, como sendo resultados das interpretações pessoas, do significado único que apresentamos.
Gosto disso. Penso que o ser humano pode compreender, perceber o ambiente, o seu ambiente. E caso não consiga de um jeito, poderá encontrar infinitos modos para isso. Gosto de pensar que podemos decifrar um enigma, resolver um problema, de diferentes formas, que não ficamos presos em um único caminho, em uma única resposta. O problema aparece agora: Quando não encontramos uma reposta para nossas perguntas. Nem o comecinho da linha de resolução, nada. A sensação que atrapalha, que nos mostra inúmeros caminhos que não levam a lugar nenhum. E mesmo assim, o mais certo parece continuar. Seguir sempre em frente, de cabeça erguida (se puder...)
Respostas. Entendo que não é bom saber a resposta de tudo, mas acho que todo ser humano já pensou, ou formulou teorias estúpidas sobre as questões sem respostas. Se não, aconselho, é muito bom tentar explicar o inexplicável.  
Aí uma frase legal: Explicar o inexplicável. Sem sentido, pq quando conserguimos, não existirá mais nada inexplicável, pq o inexplicável será explicado, então, terá explicação (gosto de pensamentos assim...).
O tempo é um negócio lokinho. Nunca pára, nem volta, sempre segue em frente. Não possui alternativas, mas nos dá várias. Ameniza a pior das dores, e reforça o melhor dos momentos. MAs quem escolhe o modo de atuação do tempo, é vc.
Penso que o ser humano possui escolhas. Mas o simples fato de escolher que pode fazer esoclhas, já anula o fato de não poder escolher. Assim, muitos de nossos conceitos, ficam com um sentido meio utópico. Liberdade. Somos livres, perante a lei. Então a lei é uma força maior com poder reducionista da sua liberdade. Não digo que a Lei não presta, mas como vários outros poderes, limitam nossos conceitos. PReciso rever minhas escritas, começo num assunto e vou mudando. Que raio de redação é essa?
Estava ouvindo algumas músicas, que me fizeram pensar em escolhas, nos sentidos mais estranhos. E percebo, que em muitas delas, acertei. MAS, tb errei. E como errei, fui de cara e quebrei o nariz. Aprendi, tentei não errar mais, mas não deu. Afinal tb sou humano, e aquele que diz que não erra, precisa rever urgentemente seus conceitos. Aqueles conceitos criadso para tentar colocar uma explicação pessoal e significativa nas coisas.
Volto ao início. Uma música é somente um poema com melodia, ou é mais do que isso? Para os casais, uma música pode decidir suas vidas. Pq? Por culpa da representação. Os nossos momentos é que formam nossa vida. Simples assim.


Escrito por Caco às 02h51
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Tijolinhos Vermelhos e Mangas Amarelas

Cansaço.
Estudar cansa. Mas deve ser feito.
Estou estudando que nem o maluco. O interessante é que vale a pena. Sinapses, Comportamento Respondente, Percepção, Genética, enfim, é legal se sentir cansado por estudar assuntos tão interessantes.
Antes de mais nada, não posso esquecer de deixar um abraço pro pessoal da Faculdade: Dú, Neka, Drica, Jana, Marco e mais o pessoal do Psico Mack 2L!!!
 
Assisti Amarelo Manga agora. Acabei nesse instante. UAU! Triste (não no sentido de tristeza, mas sim no de crueldade) porém bom. Cinema nacional mostrando uma fatia importante na cultura do país. Sim, sabemos fazer cinema com técnicas de primeiro mundo (como foi demonstrado no Oscar 2004) mas acima de tudo, criamos uma Identidade. Pode ser que os filmes brasileiros só retratem uma visão caótica do país, mas pelo menos ela é realista. Nada de tentar camuflar aquilo que se vê. O cinema agora passa a ser considerado como olho que registra e mostra a miséria e os problemas sociais. Cidade de Deus, Carandirú e agora esse Amarelo Manga. Não vou contar muito sobre a história, mas é recomendado para maiores de 18 anos. Possui linguagem pesada. Mas é bom. As produções nacionais estão mais para o lado das européias, latinas, do que para as americanas. Acho que isso é um pouco resultado da decadência americana, em tentar aperfeiçoar mais os efeitos especiais para dar lugar para câmeras e profissionais. Voltando...
Recife. Sotaque do Nordeste (não tão caricato quanto em Lisbela). Personagens distintos, com histórias ligadas. Ligadas através de um material denso (no sentido físico mesmo, um pedaço de...) onde todos obrigatoriamente tem que passar por ele para perceberem o caos, o vazio de duas vidas. tentar recomeçar? Quem sabe. Sair de uma rotina pré-estabelecida pela sociedade parece ser fácil, mas o filme se mostra competente ao ponto de mostrar as tentativas sem esforço e a vontade, a preguiça em querer mudar.
33 filmes, em média, são produzidos no Brasil. 800 filmes, em média, são produzidos no EUA. Garanto que o nosso cinema, como disse anteriormente, já encontrou sua Identidade, sua cara. E o cinema americano? Um dia eles chegam lá... (espero).
Estou meio seletivo ultimamente em relação aos filmes que assisto. 21 gramas, amricano, para mim, foi o melhor filme americano do ano. Mas ainda penso nas OBRAS do Kubrick. E isso deve ser dito. O Iluminado, 2001, Laranja Mecânica, Lolita, são filmes baseados em livros. Mas os próprios autores que fizeram as adaptações. Stephen King, (kubrick e Artur C. Clarke fizeram livro e filme paralelamente), Antony Burguess, Vladimir Nabukov (acho que é assim).
 
Tijolinhos Vermelos. AH Prédio de Tijolos Vermelhos.
O que seria de mim sem ir todo dia para os benditos tijolinhos? Hehehe... Mackenzista até o fim...
Estava pensando que dei sorte. Escolhi um curso que, putz, não pderia ser melhor, em um lugar que, putz, não poderia ser melhor. Sou um cara sortudo (nesse assunto). Estou cansado de estudar, mas assim é bem melhor. Acordar todos os dias (nem que for para ir pra SP todos os dias), entrar no Grande M e voltar, meu dia já vai ter tido algum sentido, pois, tudo o que aprendemos, percebemos e lembramos, só funciona se dermos um entendimento significativo à isso. Por isso que os conceitos acabam sendo criados. Mas deixa isso pra mais tarde...


Escrito por Caco às 22h15
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Decadência...

Oscar. Cerimônia de Hollywood feita para Hollywood. Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei. Filme de Hollywood. Filme para Oscar. Resultado: 11 estatuetas, ganhando todas as indicações. Nada contra, mas algumas opiniões (que a maioria das pessoas gostariam de me bater agora, mas a liberdade de expressão existe, então...)

Tenho minhas dúvidas perante o Cinema americano. Sim, sem discordar, a obra de Tolkien deve ser brilhante mesmo (Não li, por isso, não tenho o que dizer), mas os filmes, assisti aos 3. Minha opinião. Bons. É,(VIRGÚLA!) bons...

Primeiro: Existem filmes melhores. Sim. O senhor dos anéis conseguiu o feito em construir verdadeiramente uma Terra-Média, com Orcs, Hobbits, mapas, Elfos, sua própria linguagem. Sim. Mas e os filmes? São filmes de aventura como outro qualquer. Penso em O Senhor dos Anéis e Star Wars me vem a mente. Acho que é por serem uma trilogia (se bem que SW são duas e O Hobbit, no futuro, vai virar filme).

Segundo: Não são apenas filmes, mas sim, grandes mercados consumidores. Camisetas, bonés, jogos de tanbuleiro, games, canecas, copos, estátuetas, enfim, poderia fazer um post só da publicidade que assolou o mundo nesses últimos 4 anos. CRUELDADE!!!

Terceiro: Ai, acho que não tanto o caso do SdA, mas do cinema americano em geral. Antigamente gostava de CINEMA (em geral). Spielberg, Lucas e todos os outros Do Momento, faziam meu vídeocassete trabalhar por horas sem parar. Até que conheci as obras de Kubrick, que me mostrarm um outro lado do cinema (sim, americano, mas como ele dizia, estava mais para inglês do que para americano), em que um filme não era idolatrado apenas por seus efeitos especiais, existia toda uma magia por trás das imagens. Vc precisava pensar para poder entender o filme, e não simplesmente ficar ali, engolindo a história.Então veio Almodóvar e o Cinema latino. um modo totalmente novo (para mim) em ver uma história. Cinema precisa de dinheiro e evolução visual, sem dúvidas que sim, mas não só isso. muito de toda a magia de SdA, deve-se a computadores de última geração, para poder realizar toda a beleza existente. 2001 tb, mas de uma maneira mais sutil. E essa sutileza é que faz toda a diferneça.

Oscar. Esse ano, para mim, foi o começo da decadência do promio do cinema. Cidade de Deus, oba! 4 indicações e só. (Já era um pouco esperado, mas mesmo assim torcia por roteiro adaptado, que, adivinhem quem ganhou... OHHH!).

Parece que não tinham quem escolher para os prêmios principais, então acabaram dando a vitória à Sean Penn (que diziam que em 21 gramas estava melhor do que em Sobre Meninos e Lobos) e à Charlize Theron (Não vi seu filme, então me restinjo a não dizer muito, mas torcia MUITO por Naomi Watts...). Decadência. Um prêmio tão importante, hoje reduzido à Hollywood. E SOMENTE À HOLLYWOOD. Como disse Billy Cristal: "Nossa, esta noite Hollywood em peso lota o teatro." (algo nesse sentido). É uma pena, mas a visão do maior prêmio de Cinema, está perdendo seu brilho. Sua imagem que Bette Davis e companhia quiseram no passado, hj não é mais a mesma.

Ficamos com mais ourtro Titanic, Beleza Americana, Shakespeare Apaixonado, O Resgate do Soldade Ryan, Chicago, O Paciente Inglês, enfim, mais um filme americano. Um filme feito para Hollywood.

 



Escrito por Caco às 19h33
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